Escrito por Redação Crescer - 02/11/2007 |
Licença ampliada
O projeto para ampliar a licença maternidade rendeu comentários muito interessantes. E quanto mais eu leio, mais vejo que todas as mulheres têm razão em seus argumentos: seja quando dizem que o bebê realmente precisa muito da presença da mãe nos primeiros seis meses, ou quando alegam que a lei está em descompasso com as mulheres que amam suas carreiras e sabem o quanto meio ano fora da empresa pode interferir em seu andamento. Penso que, infelizmente sim, quando uma empresa contrata uma mulher, ela também leva em conta o seu potencial para casar, engravidar, exigir horários flexíveis para cuidar do filho. Quando contrata, ela conta que, entre suas habilidades profissionais, esteja a de equilibrar coerentemente seus papéis. Acho que a lei é muito boa. Mas tenho dúvidas se as empresas estão preparadas para lidar com a situação, dando para a mulher condições de se ausentar durante os seis meses, sem prejuízos para suas carreiras ou segurança financeira e emocional. Enfim, encarando a gravidez como um investimento em uma pessoa que está sendo gerada, e não como um fardo. (Mônica Brandão) |
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Escrito por Redação Crescer - 01/11/2007 |
A amamentação modifica os seios?
Depois de amamentar dois filhos, os seios da minha irmã precisaram de uma cirurgia plástica. Apesar de um bebê não fazer parte dos meus planos a curto prazo, confesso que fiquei assustadíssima com a previsão. Hoje, no blog Boa Saúde, li uma notícia que acalmou meus ânimos: segundo o estudo da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, a amamentação sozinha não faz os peitos caírem e nem altera o formato. A pesquisa afirma que a queda está ligada ao hábito de fumar, envelhecimento, índice de massa corporal, maior número de gestações e, pasme, ao tamanho de sutiã que você usava antes da gravidez (quanto maior, pior). Aqui na redação o assunto gerou polêmica. Algumas editoras juram que a pesquisa está errada, outras falam que a culpa é toda da gravidade. E você, o que acha?
(Tamara Foresti) |
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Escrito por Redação Crescer - 26/10/2007 |
Gestantes com sífilis preocupam o governo Você sabia que o Ministério da Saúde acaba de lançar um plano para reduzir a Sífilis e a Aids em recém-nascidos? O programa, que incluirá compras de medicamentos e testes, pretende baixar a incidência das duas enfermidades no país e, assim, salvar a vida de milhões de crianças. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a taxa de sífilis em gestantes no Brasil é quatro vezes maior que a de HIV, sendo que o mal contamina cerca de 48 mil mulheres e é transmitido ao feto em pelo menos 70% dos casos. Em adultos, a doença sexualmente transmissível causa feridas nos genitais e, a longo prazo, aneurismas e problemas cardíacos. Já em bebês, pode ocasionar desde deformações ósseas até a morte. A boa notícia é que tem cura, sim, e, se a mãe terminar o tratamento até 3 semanas antes do parto, a criança escapa ilesa da doença. (Tamara Foresti) |
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| Sobre o Blog |
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Gravidez pode ser light em tudo: nos desconfortos, na ansiedade, nos humores, nas comidas. Menos em diversão e alegrias. Aqui, vamos falar desde as novas emoções até o novo formato do corpo (e do guarda-roupa!), além de novidades, pesquisas recentes e os novíssimos exames. E também de coisinhas que ninguém tem muita coragem de falar - mas que nós temos. |
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| Mônica Brandão é editora da CRESCER, já passou por duas gestações e hoje tem uma filha de dois anos, a Isabella. |
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